A biometria voltará a ser utilizada nas eleições deste ano como uma ferramenta para reforçar a segurança do processo eleitoral e evitar fraudes. O sistema estará disponível em todas as seções eleitorais do país.
Apesar da utilização da tecnologia, o cadastro biométrico não é obrigatório para que o eleitor possa votar. Quem estiver com o título de eleitor regular poderá exercer o direito ao voto normalmente, mesmo sem ter realizado o cadastramento biométrico. Nesses casos, será necessária a apresentação de um documento oficial de identificação para liberação da votação.
Também há procedimentos previstos para situações em que a biometria não é reconhecida pela urna eletrônica. A orientação é que a leitura da impressão digital seja repetida por até quatro vezes. Caso o reconhecimento não ocorra, a mesa receptora fará a conferência da identidade do eleitor por outros meios disponíveis no cadastro eleitoral.
Confirmadas as informações, o eleitor poderá votar normalmente, assinando o caderno de votação ou registrando a impressão digital, caso não saiba assinar.
A identificação biométrica começou a ser implantada pela Justiça Eleitoral em 2008, com o objetivo de aumentar a segurança das eleições e impedir que uma pessoa vote no lugar de outra.
Além da identificação dos eleitores no momento da votação, o cruzamento das informações biométricas permite ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) identificar possíveis registros duplicados no cadastro eleitoral.
Informações: Agência Brasil, com edição Portal Mauá News.

